Sábado, 18 de Julho de 2009

Autor: Charlaine Harris

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 272
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789896371180

 

Sinopse:

Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade. Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças…
Sookie Stackhouse é uma empregada de mesa numa pequena vila de Louisiana. É tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita - porque é - mas acontece que Sookie tem um certo "problema": consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável. Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exactamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem o seu próprio problema: é um vampiro. Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana.
Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinção?

 

A propósito...

Compreendam que durantes 11 anos de afastamento dos livros, todas as tentativas efectuadas para voltar a ler foram com literatura do género da que eu costumava ler. Obras de ficção/fantástico não estavam de todo na lista de possibilidades. Li sempre um pouco de tudo, mas o fantástico estava fora das minhas escolhas. Percebo que também só  recentemente o mercado tem estado mais receptivo a este tipo de literatura e eu, provavelmente, só estava à espera de um género literário que me captasse a atenção de novo.

 

Isto para dizer que, vão haver muitos vampiros daqui para a frente. Não só, mas muitos :)

 

Na minha opinião...

A Saga Sookie Stackhouse da qual esta obra faz parte, já foi iniciada em 2001, muitos antes dos Cullen nos serem apresentados, o que quer dizer que já havia vampiros "bons" muito antes de Twilight. Mas, em boa verdade, achei o livro fraquinho. Fiquei com a sensação que foi quase escrito à pressa , e a parte mítica podia ser um bocadinho mais explorada, já que o slogan são os vampiros. De todo o modo, as cenas são todas muito cruas. Falta-lhes intensidade, diria mesmo. 

 

Lê-se bem, com certeza, mas não me vi ficou a vontade de ler mais livros da Saga. E depois de ter visto os primeiros 11 episódios da série (reconheço que não consegui forçar-me a ver mais nenhum...) tive a absoluta certeza que a Anna Paquin se devia ter ficado pelo piano e que gosto dos (meus) vampiros menos labregos .



publicado por ladybug às 04:09

Não é tanto um livro, mas um rascunho de um.

 

Midnight Sun seria o quinto livro da Saga Luz e Escuridão, e seria o Crepúsculo narrado por Edward e do ponto de vista dele. Após a "perda" de alguns rascunhos pela internet, Meyer entendeu suspender a escrita da obra e disponibilizá-la no seu site, gratuitamente.

 

E é uma pena, porque este rascunho mostra não só o quão bem estudadas e consistententes são todas as personagens (facto visível em toda a Saga), mas também um pouquinho mais do inside da vida do vampiro. Pessoalmente, só posso comparar este rascunho a uma espécie de reflexo no espelho, do Crepúsculo. Muitissimo bem trabalhado, tendo em conta todas as particularidades. Dramático, intenso e romântico.

 

Podem ler mais detalhes sobre este trabalho aqui, e fazer o download do draft disponibilizado pela autora aqui.



publicado por ladybug às 03:52

Autor: Marc Levy

Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 239
Editor: 11 X 17
ISBN: 9789722517836

 

Sinopse

A história passa-se em São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar do seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquitecto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la.
Inicialmente recusando-se a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.

 

Na minha opinião...

É uma história muito romântica e com bastante humor. Dois ingredientes que fazem a combinação para uma leitura muito simpática. Reconheço que foi só após umas dezenas de páginas que se fez luz e me apercebi que aquela história era vagamente semelhante com um filme já visto. Google e, voilá! O filme é o Just like Heaven, com a Reese Witherspoon.

 

Fiquei com vontade de conhecer melhor as obras de Marc Levy, muito em particular pelo tom humorado da escrita. Nesta fase da minha vida, não consigo mergulhar em dramas literários demasiado profundos e preciso da esperança, perseverança e optimismo revelados pelo Arthur.



publicado por ladybug às 03:37
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