Segunda-feira, 03 de Agosto de 2009

Autor: J. R. Ward

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 428
Editor: Casa das Letras
ISBN: 9789724619088

 

 

Sinopse:

Nas sombras da noite da cidade de Caldwell, em Nova Iorque, trava-se uma guerra territorial entre vampiros e seus caçadores. Ali existe um bando secreto de irmãos sem igual - seis guerreiros vampiros, defensores da sua raça. Mas nenhum deseja mais a morte dos seus inimigos que Wrath, o chefe da Irmandade da Adaga Negra.


Único vampiro de puro-sangue que resta no mundo, Wrath tem contas a ajustar com os matadores que lhe levaram os pais, séculos atrás. Mas quando um dos seus mais estimados combatentes é assassinado - deixando órfã uma filha meio-sangue desconhecedora da sua herança e do seu destino - Wrath tem de tratar do acolhimento da bela fêmea no mundo dos não-mortos.


Transformada por uma inquietude no seu corpo que não conhecia, Beth Randall não tem defesas contra o homem perigosamente excitante que vem visitá-la durante a noite, com os olhos encobertos. As suas histórias de irmandade e sangue assustam-na. Mas o seu toque acende uma fonte crescente que ameaça consumir ambos.

 

A minha opinião

Peguei no livro porque sabia tratar de vampiros. Tão somente por isso. Não me ocorreu porém que viciar-me neste submundo seria uma possibilidade.

 

Este livro leva-nos até uma sociedade de vampiros diferente daquelas a que nos habituámos. Aqui, os vampiros são-no à nascença, fazendo a transição por completo por volta dos 24/25 anos. E é uma verdade sociedade, em todo o sentido da expressão: existem regras, convenções, uma hierarquia, um rei, os aristocratas e os "civis", que é como quem diz, o povo.

 

Toda a história roda em torno de seis irmãos guerreiros, protectores da espécie. Numa primeira análise poder-se-ia dizer que entre a roupa de couro, as tatuagens, as cicatrizes e a violência, estamos perante seis irmãos implacáveis e sem coração.

 

Ao mesmo tempo que luta pela segurança dos "civis", Wrath, o rei, acaba por se envolver com a filha meio-humana do irmão Darius, morto pelo exército de morto-vivos que existe com a finalidade absoluta de os destruir. Apesar de tudo o que os rodeia, é nesta história de amor que o livro de centra. E, como em tudo o resto no livro, a relação de Beth e Wrath é bastante gráfica. Não aconselhável, portanto, a qualquer pessoa sensível a leitura sensual/erótica.

 

Foram 400 páginas que devorei em letra miudinha, num universo longe do nosso, consistente e extraordinariamente criativo até nos mais pequenos detalhes. A diferença está, como sempre, nos pequenos detalhes. As convenções do acasalamento, a forma como se precisam de ser alimentar, a construção de uma completa sociedade, desde o rei ao mordomo (perfeitamente lógica se pensarmos numa monarquia)... tudo encaixa.

 

Escusado será dizer que não vou esperar pela publicação em português dos restantes sete livros da Irmandade. Na verdade, no momento em que escrevo este post, vou já no 4ª livro :)

 

Outras opiniões: aqui, aqui, aqui e aqui



publicado por ladybug às 18:31
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